1º Fórum Mobile+ Mobilidade + Negócios

Postado em 22/10/2008

A rápida evolução das redes de telefonia celular e de banda larga móvel no Brasil tem levado a uma nova forma de relacionamento entre empresas e consumidores, além de abrir outras frentes de negócios. Para discutir o assunto, foi criado o 1º Fórum Mobile+ Mobilidade + Negócios, que está acontecendo esta semana em São Paulo, na sede da Câmara Americana de Comércio de São Paulo (Amcham). Desde terça-feira, dia 21 de outubro, e até essa quinta-feira, 23, centenas de pessoas participam do evento e assistem a palestras de profissionais e especialistas nas áreas de telecomunicações, marketing, publicidade, integração de sistemas e de celulares.

O fórum conta com a presença de executivos das áreas de negócios, serviços de valor adicionado das operadoras de celular, profissionais de atendimento a mercados corporativos, CIOs e CTOs das principais empresas do setor financeiro, profissionais de marketing e comunicação, entre outros.

A SupportComm é uma das empresas participantes. Além de um estande no evento, seu CEO, Alberto Leite, é um dos palestrantes. No primeiro dia do fórum, Leite falou sobre “M-CRM: hora de integrar atendimento e celular” - Novas formas de atender o consumidor e de se relacionar com ele, levando em consideração a conectividade do celular e as novas redes banda larga sem fio.

Durante o evento também está sendo lançado pela SupportComm o primeiro portal mobile de vídeo streaming 3G. Vídeos com os melhores momentos do evento já estão disponíveis para serem acessados por celular no endereço http://mplus.supp.com.br.

Anúncio Valor Econômico

Anúncio Valor Econômico publicado em 22/10/2008

Caça ao iPhone 3G

Além de contribuir para a discussão da mobilidade e sua aplicação nos negócios, a SupportComm está realizando uma ação de marketing durante o evento para mostrar, na prática, as soluções de interatividade que oferece a seus clientes.

Criou o “Caça ao iPhone 3G”, um “caça ao tesouro” aplicado ao marketing digital. Estão sendo distribuídos 3 iPhones 3G (1 por dia) para os vencedores do concurso cultural. O público-alvo são empresários e executivos do mercado, anunciantes e publicitários interessados em ações mobile.

Ação realizada pela SupportComm no Fórum

Ação realizada pela SupportComm no Fórum

A ação “Caça ao iPhone 3G” funciona da seguinte maneira: os visitantes do fórum são convidados a ativar o Bluetooth por onde recebem wallpapers e uma revista mobile com a programação do evento. No wallpaper encontram um número do portal de voz, e ao ligarem respondem a uma pergunta, recebendo em seguida uma mensagem SMS com o link para o leitor de código 2D I-nigma.

São distribuídos em banners 5 códigos (4 sem conteúdo relevante e 1 com um link) para acessar o endereço WAP. Ao encontrarem o endereço no código 2D, os participantes são direcionados para o Portal WAP onde encontrarão o formulário de participação do concurso cultural. O mote da campanha é “O que você faria para levar o iPhone 3G para casa?”. As três frases mais criativas ganham os aparelhos.

O ganhador é comunicado do seu prêmio por meio de uma mensagem SMS com click-to-call para agendar a retirada do telefone. O click-to-call é a ação de ligar para um número de telefone por meio de uma mensagem de texto. Para isso, é indicado um número de telefone na mensagem. Ao discar para o número, o ganhador é direcionado a uma ligação telefônica.

O que está sendo discutido

“Road map para a mobilidade corporativa”: como operadoras e empresas vêm se preparando para integrar os recursos do celular, dos smartphones e das redes móveis banda larga e as necessidades em vendas, atendimento ao cliente, suporte, marketing e relacionamento.

“Mobile office: ferramentas para um mundo móvel: quais são as aplicações e tecnologias que estão agilizando e transformando a forma de trabalhar em pequenas, médias e grandes corporações levando o escritório para todos os lugares.

“M-CRM: hora de integrar atendimento e celular”: as novas formas de atender o consumidor e de se relacionar com ele, levando-se em consideração a conectividade do celular e as novas redes banda larga sem fio.

“Machine-to-machine: o celular além das pessoas”: comunidades móveis que geram novos modelos de negócios, no painel.

“Localização, oportunidade para os negócios”: a importância de localizar consumidores e colaboradores para o sucesso dos negócios.

“Nova geração de dispositivos 3G”

“Mobile Commerce: o novo marketplace”: o celular se transformou em um poderoso canal de vendas.

“M-finance: onde bancos, usuários e celular convergem”: como o celular e as redes móveis tornaram-se essenciais para as transações financeiras.

“Mobile marketing: a realidade brasileira”

iPhone: o consumidor ganha ou perde?

Postado em 04/09/2008

Não se pode negar. O aparelho da Apple chegou como novidade notável. Pequeno para computador de bolso, porém grande para um celular, é capaz de convergir funções de câmera digital, internet (com boa navegação), telefone e iPod, e ainda por cima com uma revolucionária interface gráfica acionada por leves toques dos dedos.

Os criadores do Macintosh capricharam na nova invenção, nas mãos já de milhões de pessoas em todo o mundo, e que agora ganhou a versão 3G. Bem mais veloz na transmissão de dados, ela traz como vantagem sobre a anterior, por exemplo, a possibilidade de falar e navegar na rede ao mesmo tempo, além da qualidade superior de áudio.

Uma pesquisa realizada este ano nos Estados Unidos aponta que 28% dos usuários de iPhone substituem as funções de um notebook pelas do celular, devido a sua praticidade. Também foi apontado que mais de 75% destes usuários utilizam a internet móvel com mais frequência do que utilizavam em seus antigos celulares, mas 24% dizem que o navegador não é compatível com todos os sites.

Seria esse aparelhinho, de preço um pouco salgado, ainda que mais barato que os computadores convencionais, um passo gigante em direção à inclusão digital de milhões de pessoas?

Há quem ache que sim. Porém, estamos só no começo da internet móvel. A Apple pode ter dado a partida criando um produto inovador, mas já há concorrentes quase à altura e outros prometendo “arrasar quarteirões”, como o Google Phone - que, segundo dizem, pode ser para o iPhone o que o Windows foi para o Macintosh (este continua com seus fãs incondicionais, mas ocupa uma fatia pequena do mercado).

Enquanto a Apple faz grandes restrições à instalação de outros softwares no iPhone, limitando o universo de opções para seus usuários, “smartphones” de outras marcas buscam oferecer um número ilimitado de aplicativos desenvolvidos por programadores criativos dos quatro cantos do planeta.

O Google, por exemplo, para voltar a citar um concorrente de peso da Apple, está investindo milhões em programas como o da rede social (tipo Orkut) incrementada com um GPS, que indica, em um mapa, onde estão os amigos do usuário. O iPhone não tem nada parecido, além de, por causa da política da sua marca, não comportar softwares populares como o MSN e o Skype.

Assim como aconteceu com a chegada das tecnologias GSM e 3G, o iPhone pode virar febre entre os apaixonados por gadgets e inovações tecnológicas, atrair investimentos para o mobile marketing e tornar real o conceito de convergência de mídias.

Mas a pergunta que deixamos no ar é: seria esse o verdadeiro caminho para a aceleração da base de usuários da internet móvel? Ou um aparelho, por mais genial que seja, porém fechado a programas de outras procedências, não limitaria a liberdade de escolha do consumidor?

 Alberto Leite, CEO da SupportComm

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